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Fabricante
Telefone
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(11) 2168 2828
Kyocera
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0800 703 3043
Samsung
0800 124 421
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www.siemensmobile.com.br
Sony-Ericsson
4001 0444
Venko
0800 940 0366
ZTE
(11) 4208 6888

 

Orgãos de Suporte ao Consumidor de Serviços de Celular

Orgão
Telefone
Site
Anatel
0800 332001
Procon – SP
151

Jogos

Vídeos

Acessórios

Buscar imagens de cada assessório na web.

 

Produzir uma página com o nome do acessório e sua foto abaixo, com anúncios do Google na página:

 

(http://www.ucel.com.br/acessorios.asp – como base de comparação)

 

- Fones de ouvido

- Viva-voz

- Cabo de dados

- Adaptadoras Bluetooth

- Pen drivers

- Cartões de memória

- Baterias

- Carregadores

- Capas e carcaças

WAP

WAP (sigla para Wireless Application Protocol; em português, Protocolo para Aplicações sem Fio) é um padrão internacional para aplicações que utilizam comunicações de dados digitais sem fio (Internet móvel), como por exemplo o acesso à Internet a partir de um telefone móvel. WAP foi desenvolvido para prover serviços equivalentes a um navegador Web com alguns recursos específicos para serviços móveis. Em seus primeiros anos de existência, sofreu com a pouca atenção dada pela mídia e tem sido muito criticado por suas limitações.

A partir da melhora das redes dos terminais, o WAP cumpre seu papel de permitir ao usuário acessar conteúdos através de seu telefone móvel. Da sombra, WAP foi evoluindo até converter-se num veículo fundamental para a descarga de aplicações.

Novos desenvolvimentos, como o WAP Push, mostram que este protocolo manterá sua importância nos anos vindouros para a oferta de conteúdo através de terminais móveis.

As operadoras que oferecem aplicações através de Java contam com um portal WAP onde estas aplicações estão armazenadas. Os usuários com dispositivos WAP acessam esses portais, onde tem acesso a um catálogo de aplicações de todo tipo.

Depois de certo tempo no qual as operadoras restringiam a navegação WAP, uma nova tendência afirma que a Internet é livre e a navegação WAP também deve ser. Isto não só sucede por assentimento e concordância das operadoras, mas também porque os desenvolvedores começaram a criar páginas WAP próprias para a venda de suas aplicações, mediante os denominados números curtos, SMS e WAP Push.

3G

O que é 3G

3G é a terceira geração de tecnologia para telefonia móvel, ela representa a evolução das tecnologias já conhecidas CDMA e GSM. A evolução do GSM é o UMTS/WCDMA e a do CDMA o EVDO. No Brasil o padrão adotado é o UMTS/WCDMA devido a opção das operadoras pelo GSM e sua abrangência em escala mundial.

Este padrão irá proporcionar uma velocidade de conexão muito maior do que as oferecidas nas atuais redes GSM, em redes EDGE, por exemplo, a velocidade de conexão fica em torno de 100-130 Kbit/s com pico máximo de 473 kbit/s, enquanto no WCDMA essa taxa é elevada para uma média de 200-300 kbit/s com pico máximo de 2.000 kbit/s.

Com a taxa de conexão oferecida pelas redes 3G as operadoras poderão oferecer a chamada banda larga móvel pois, como vimos acima, a velocidade de conexão atinge o mesmo nível de uma banda larga residencial. A partir disso poderá ser oferecida uma gama mais diversificada de serviços de valor agregado, principalmente que utilizam conexões com a internet.
Um pouco de história

Até o ano de 2000 o desenvolvimento de padrões para o GSM foi conduzido pelo European Telecommunications Standards Institute (ETSI). A partir desta data a responsabilidade passou a ser do 3rd Generation Partnership Project (3GPP), que é um esforço conjunto de várias organizações de standards ao redor do mundo para definir um sistema celular global de 3º Geração UMTS (Universal Mobile Telecommunications System).

O Japão foi o primeiro pais a oferecer 3G em todo o pais, sua implantação começou em 1999. As primeiras redes 3G na Europa foram lançadas em 2003 no padrão UMTS. No Brasil a Vivo foi a primeira operadora de celular com uma rede 3G em operação. Ela possui uma rede CDMA 1XEVDO operando com cobertura limitada. Embora o EVDO apresente melhores taxas de dados, a Vivo deve abrir mão deste padrão para concorrer em igualdade de condições com as outras operadoras que optaram pelo UMTS/WCDMA.
 

No Brasil

A Telemig Celular colocou em operação comercial na região metropolitana de Belo Horizonte a sua rede 3G (WCDMA/HSDPA), inclusive oferecendo serviços de dados em alta velocidade e vídeo chamada. A rede 3G em 850 MHz da Telemig estava pronta para entrar em operação desde Jun/07, mas aguardava uma autorização da Anatel.

A Claro inaugurou sua rede 3G UMTS em 850 MHz na quarta-feira dia 13, o serviço estará disponível inicialmente para clientes de planos pós-pago, que utilizam a tecnologia GSM, do Distrito Federal e das regiões metropolitanas do Recife, Fortaleza e Rio de Janeiro e Porto Alegre.
 

Quais as vantagens

O objetivo principal das operadoras com o 3G é obter receitas adicionais com serviços que não voz, levar ao usuário um universo de serviços mais completos, rápidos e seguros. Entre os serviços de maior apelo estão os downloads de jogos, músicas, etc, acesso a e-mail e outros recursos corporativos com alta velocidade, TV no celular e serviços de Mobile banking, entre outros.

As tecnologias 3G são ainda a melhor alternativa de banda larga para inclusão digital, uma vez que possibilitam o acesso à Internet de forma econômica, tendo maior penetração em camadas de renda mais baixa, além de contar com uma área de cobertura mais ampla devido à competição do setor.

O objetivo principal das operadoras com o 3G é obter receitas adicionais com serviços que não voz. Esta questão é crucial para operadoras que atuam em mercado saturados (densidades acima de 70 Cel/100 Hab.) e que experimentam queda de receitas com serviços de voz devido à competição.
 
Para algumas operadoras, no entanto, o aumento de capacidade proporcionado pelas tecnologias 3G serviu para resolver problemas de congestionamento nos serviços de voz.
 
A tabela a seguir apresenta a receita de dados como % da receita de serviços das principais operadoras 3G no mundo.
 

3T06 (Milhões)

País

Tecnologia 3G

Celulares 3G

Dados % Rec.

NTT DoCoMo

Japão

UMTS

29,1

28,5%

Verizon

US

EVDO

13,7

12,9%

H3G

Europa

UMTS

13,5

28%

Vodafone

Europa

UMTS

10,3

17,4%

SK Telecom

Coréia

EVDO

9,5

28,3%

Listas de operadoras 3G podem ser encontradas em: GSA e CDG
 
O SMS é o componentes principal da receita de dados de operadoras que utilizam redes de 2G/2,5G. Apesar de serem disponibilizadas pelas operadoras, outros serviços tem de conviver com restrições impostas pela baixa taxa de dados destes sistemas. Com sistemas 3G o usuário passa a ter um acesso banda larga wireless que coloca em outro patamar a utilização de serviços como:
• Acesso à Internet, utilizando o celular como um modem.
• Entretenimento como música, jogos, …
• Email e acesso a outros serviços corporativos
• TV móvel
• Mobilie banking e pagamentos via celular. 
 
 Tecnologias 3G
 
A 3ª Geração (3G) de redes celulares tem como objetivo oferecer serviços de dados com altas taxas de transmissão. Os objetivos iniciais estalecidos pelo IMT-2000 (UIT) foram de 2 Mbit/s em ambientes “indoor” e de baixa mobilidade.
 
A tabela a seguir apresenta os dois principais padrões para redes 3G.

 

UMTS

CDMA 2000

Interface Rádio

WCDMA

EV-DO

Banda por portadora

5 MHz

1,25 MHz

Evolução das operadoras que utilizam

GSM

CDMA

Orgão que define a padronização

3GPP

3GPP2

CDMA

O CDMA é uma tecnologia que utiliza espalhamento espectral (Spread Spectrum) como meio de acesso para permitir que vários usuários compartilhem uma mesma banda de freqüências. O CDMA permite uma melhor utilização do espectro possibilitando um aumento de capacidade dos sistemas celulares.
 
A família de normas da TIA IS-95 da Telecommunications Industry Association dos Estados Unidos padronizou os sistemas celulares digitais de segunda geração conhecidos popularmente como CDMA, ou cdmaOne e que são baseados no IS-95. Esta tecnologia foi em grande parte desenvolvida pela empresa americana Qualcomm.
 
O CDMA tem a estrutura básica dos sistemas celulares e oferece as mesmas funcionalidades básicas associadas à mobilidade como roaming e handover entre células. (Consulte o Tutorial Telefonia Celular no Brasil).
 
Mobile Station (MS)
 
Ou Estação Móvel é o terminal utilizado pelo assinante. A estação móvel é identificada por um MIN (Mobile Identification Number). O equipamento dispõe ainda de um número de série eletrônico (ESN).
 
Estação Rádio Base (ERB)
 
Equipamento encarregado da comunicação com as estações móveis em uma determinada área que constitui uma célula.
 
Base Station Controller (BSC)
 
Controla um grupo de ERBs. Em alguns sistemas CDMA as funções do BSC são implementadas na CCC.
 
Central de Comutação e Controle (CCC)
 
É a central responsável pelas funções de comutação e sinalização para as estações móveis localizadas em uma área geográfica designada como a área da CCC.
 
Home Location Register (HLR)
 
Ou Registro de Assinantes Locais é a base de dados que contém informações sobre os assinantes de um sistema celular.
 
Visitor Location Register (VLR)
 
Ou Registro de Assinantes Visitantes é a base de dados que contém informações sobre os assinantes em visita (roaming) a um sistema celular.

Canalização
 
As Bandas do CDMA são divididas em canais de RF, onde cada canal consiste de um par de freqüências (Transmissão e Recepção) com 1,25 MHz de banda cada.
 
Teoricamente poderiam existir, portanto, até 10 canais de RF em uma Banda de 12,5 MHz como ocorre na faixa de 800 MHz. Na prática o número é menor pois esta Banda é dividida com o AMPS e é necessário estabelecer uma guarda banda.
 
Diferente dos demais sistemas onde o múltiplo acesso de vários terminais a um mesma ERB é feito alocando uma freqüência para cada terminal (AMPS), ou compartilhando uma mesma faixa de freqüência mas transmitindo em tempos diferentes (TDMA), no CDMA o acesso múltiplo de canais que compartilham uma mesma banda de freqüências é feito pela utilização de códigos diferentes pelos vários terminais. A informação é extraída destes canais conhecendo-se a chave específica com a qual cada canal é codificado.
 
O CDMA utiliza a técnica de “Spread Spectrum” na qual o sinal de informação é codificado utilizando-se uma chave de código que provoca o seu espalhamento espectral em uma banda transformando-o aparentemente em ruído. Os códigos utilizados podem ser ortogonais (Walsh) ou PN (“Pseudo-noise”). Um bit deste tipo de código é conhecido como “chip” e a taxa de bits deste código de “chip rate”. Este tipo de espalhamento espectral é denominado espalhamento espectral por seqüência direta.

Capacidade do CDMA
 
Quanto mais usuários utilizam o canal maior o ruído, aumentando a interferência para os canais que utilizam a mesma banda até um limiar quando não é mais possível decodificar os canais. Esta interferência também é tanto maior, quanto maior for a potência individual de cada canal transmitido naquela banda.
 
Este comportamento motivou o desenvolvimento de um sofisticado mecanismo de controle de potência nos terminais e ERBs de um sistema CDMA. Este controle de potência leva também à expansão e à contração do raio de uma célula CDMA conforme o seu carregamento com tráfego.
 
A setorização de células é usada para reduzir a interferência, uma vez que cada setor utiliza antenas direcionais e não interfere nos demais setores da célula.
 
Um dos fatores que contribui para a grande capacidade alcançada por sistemas CDMA é a possibilidade de utilização de reuso de 1, ou seja, a mesma freqüência de portadora é reutilizada em todas as células.
 
A eficiência de utilização do espectro, ou capacidade de um sistema CDMA (IS-95), é maior que os demais sistemas existentes AMPS, TDMA (IS-136) e GSM.

O IS-41 é o protocolo desenvolvido pela TIA (Telecommunications Industry Association) dos Estados Unidos para implementar a sinalização entre redes celulares e possibilitar o roaming entre operadoras. Ele é o protocolo utilizado por sistemas baseados em padrões desenvolvidos pela TIA como AMPS, TDMA (IS-136) e CDMA (IS-95).
 
No Brasil, a rede nacional de roaming, que possibilita o roaming automático entre celulares das Bandas A e B, é baseada no protocolo IS-41.

Serviços de Transferência de Dados
 
O IS-41 especifica duas opções para estas camadas: Protocolo X.25 e as camadas MTP (Message Transfer Part) e SCCP (Signaling Connection Control Part) do protocolo SS7 padrão ANSI adotado nos Estados Unidos.
 
Serviços de Aplicação
 
Para os serviços de aplicação foi especificada uma camada IS-41 MAP (Mobile Application Part) que implementa as funções de mobilidade associadas ao roaming entre sistemas celulares. Esta camada utiliza como suporte o TCAP (Transaction Capabilities Application Part) do protocolo SS7 padrão ANSI. As camadas OSI 4, 5 e 6 são nulas.
 
Serviços
 
Os sistemas CDMA (IS-95) oferecem além dos serviços de telefonia (voz) dezenas de serviços suplementares, tais como identificação do número chamador, chamada em espera, siga-me e conferência.
 
O Serviço de Mensagens Curtas (SMS) tem suporte do IS-41 para assinantes em roaming.
 
Os Serviços de Mensagem Multimídia (MMS) que permitem aos assinantes móveis enviar fotos, vídeos e áudio, assim como o acesso a Internet têm sido os motivadores para a evolução dos sistemas CDMA no sentido de oferecerem conexões de dados com altas taxas.
 
Esta evolução para serviços de terceira geração com taxas de dados de até 2 Mbit/s vem sendo padronizada pelo 3rd Generation Partnership Project 2 (3GPP2) e mantém a compatibilidade com os sistemas IS-95 e sua estrutura de canais de RF de 1,25 MHz.
 
Estão sendo desenvolvidos os seguintes padrões:
 

Geração

2 G

2,5 G

3G

Tecnologia

cdmaOne

(IS-95 A e B)

CDMA2000 1X*

CDMA 1xEV-DO

CDMA 1xEV-DV

Taxa de dados (teórica)

14,4 kbit/s

153 kbit/s

2,4 Mbit/s

* CDMA2000 1X= CDMA/IS-95-C, CDMA 1xRTT ou cdma2000 1x.
 
O CDMA 1xEV tem sua evolução em duas etapas:
• 1xEV-DO (Data Only) onde uma portadora de 1,25 MHZ é dedicada apenas para dados, e posteriormente
• 1xEV-DV (Data and Voice) onde uma portadora poderá ser utilizada para voz e dados.
O CDMA 1xRTT já se encontra em operação no Brasil com uma portadora dedicada a dados.